São Paulo - Os produtos direcionados às crianças são os que apresentam maior risco de acidente. É isso o que indica um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) sobre os acidentes de consumo relatados por vítimas ao órgão. Os produtos infantis (entre brinquedos e materiais escolares) respondem por 15,3% dos acidentes registrados,seguidos por alimentos (12,1%).
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Seg. TI - Pesquisa aponta os desafios da segurança em redes corporativas
De acordo com estudo da Ernst & Young, falta de recursos humanos é uma das principais ameaças ao gerenciamento da segurança de informação.
Pesquisa da consultoria Ernst & Young em 61 países com 1800 participantes revela que garantir a segurança dos dados é a principal preocupação (45%) das empresas para os próximos 18 meses.
Medicamentos - Projeto obriga a colocação de tampa de segurança em remédios
Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 7527/10, do deputado Germano Bonow (DEM-RS), que obriga a indústria farmacêutica a acondicionar os medicamentos em recipientes fechados com tampas especiais de segurança.
Segurança TI - Conheça o dia a dia dos profissionais de segurança da informação
Responsabilidade vai muito além de configurar e manter sistemas.
Atuação passa por inteligência, educação e desenvolvimento de produtos.
É responsabilidade de um profissional de segurança da informação a manutenção de sistemas, a elaboração de políticas, planos e instalação de produtos e equipamentos que protegem os bens virtuais e os dados de uma empresa. Mas há profissionais que atuam na área e que trabalham com inteligência e educação em segurança, ou ainda com desenvolvimento de produtos, análise de códigos maliciosos e outras áreas. A coluna Segurança para o PC conversou com três profissionais para saber como é o dia a dia de trabalho na área.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Na Bovespa, trabalho escravo é assunto de pouca repercussão
São Paulo – Estudo apresentado nesta quarta pelo Grupo de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), durante o terceiro seminário do Pacto Nacional de combate ao trabalho escravo mostra que poucas empresas listadas na Bolsa de valores de São Paulo (Bovespa) estão atentas ao tema.
Apenas 17% (52% em ativos) das empresas do mercado acionário consultadas responderam à entrevista enviada, e, destas, apenas 37% são signatárias do Pacto Nacional. Outras 41% informaram intenção de assinar o pacto nos próximos 12 meses.
Entre as empresas que responderam à pesquisa, 22% disseram buscar informações sobre seus fornecedores junto ao cadastro do Ministério do Trabalho e Emprego que mostra empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava, conhecido como ‘Lista Suja’. E ainda 76% das empresas buscam, de alguma forma, informações sobre a idoneidade das fornecedoras.
A pesquisa é parte de um movimento pela inserção do tema junto ao conjunto de empresas com capital na Bolsa de Valores, que inclui palestras e workshops sobre trabalho escravo. A intenção do projeto é informar sobre os riscos de imagem e, principalmente, sobre riscos financeiros aos quais as empresas estão passíveis caso pactuem com fornecedores que utilizam mão-de-obra escrava.
Pacto
O terceiro seminário do Pacto Nacional de combate ao trabalho escravo reúne representantes de empresas signatárias do documento e instituições nacionais e internacionais ligadas ao tema. Saiba mais sobre o pacto acessando www.pactonacional.com.br (RR)
Fonte: blog do Trabalho
Empresas que usam mão-de-obra escrava vão falir, prevê ONG em seminário
Por Rodrigo Rozendo
São Paulo – Lançado em 2005, o Pacto Nacional de combate ao trabalho escravo tem como objetivo principal buscar soluções para a exploração de mão-de-obra em frentes degradantes de trabalho por meio do envolvimento do empresariado à questão.
Segundo o promotor do evento e coordenador da Organização Não Governamental Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto, o principal conceito do pacto é levar empresas a suspenderem contratos com fornecedores listados no cadastro de empregadores flagrados em trabalho escravo, a ‘Lista Suja’ do Ministério do Trabalho e Emprego.
Sakamoto foi ouvido pelo blog nesta quarta durante o terceiro seminário do Pacto Nacional de combate ao trabalho escravo que acontece em são Paulo.
“A ‘Lista Suja’ é um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no país e referência no mundo empresarial. Hoje percebemos o movimento de empresas em direção a esta orientação; e por si só estão tomando a iniciativa de consultar a lista, fato que não conseguíamos imaginar cinco anos atrás, quando o pacto foi criado”.
Ao longo dos cinco anos de desenvolvimento do pacto, os representantes das empresas signatárias têm sido conscientizados de que combater o trabalho escravo é mais do que uma questão social, mas também uma linha de gestão de negócios.
“As empresas que contribuem para a manutenção da exploração de mão-de-obra, que mantêm empregados em situação análoga à de escravo, que forçam seus trabalhadores ao exercício de trabalho degradante, estas empresas perderão cada vez mais espaço no mercado e estão fadadas à falência”, diz Sakamoto.
Fonte: blog do Trabalho
Aumenta a presença feminina na força de trabalho das empresas de pequeno porte
A participação das mulheres nas empresas de pequeno porte passou de 35,2%, em 2000 para 39,2% em 2008, segundo o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2009, lançado pelo DIEESE em parceria com o Sebrae.
Conforme o documento a presença feminina no comércio saltou de 40,1% para 44,4%, enquanto nos serviços a presença das mulheres no emprego foi ampliada de 37,6% para 42,1%. Também houve crescimento da participação feminina na indústria, passando de 30,8% para 34,4%.
Embora o sexo masculino seja maioria nas microempresas, no Comércio a relação entre os gêneros é mais equilibrada. O maior desequilíbrio ocorre na Construção, tradicional setor empregador da força de trabalho masculina.
Metade dos postos formais de trabalho do país entre 2000 e 2008 surgiu nas micro e pequenas, aponta Anuário
As micro e pequenas empresas geraram cerca de 9 milhões de postos de trabalho entre os anos de 2000 a 2008, conforme o Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2009, lançado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Avança no Congresso projeto que amplia “periculosidade” aos porteiros
Resenha da Imprensa
Reportagem do jornal Folha de S. Paulo desta quarta informa a respeito da aprovação, no Senado, do projeto que estende o chamado adicional de periculosidade para os porteiros de prédios residenciais. O projeto precisa ser aprovado também na Câmara. Caso isso aconteça, os trabalhadores poderão obter um aumento de 30% nos salários.
Acordo coletivo tem força de lei para ampliar jornada de trabalho
O mesmo dispositivo constitucional que estabelece jornada de seis horas de trabalho para turno de revezamento permite que a jornada seja elastecida, por meio de negociação coletiva. Foi esse o entendimento da Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho para reformar decisão regional que condenou a Concessionária Ecovias dos Imigrantes S. A., ao pagamento de horas extraordinárias a um empregado que reclamou ter trabalhado além do horário.
Acordo coletivo tem força de lei para ampliar jornada de trabalho
O mesmo dispositivo constitucional que estabelece jornada de seis horas de trabalho para turno de revezamento permite que a jornada seja elastecida, por meio de negociação coletiva. Foi esse o entendimento da Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho para reformar decisão regional que condenou a Concessionária Ecovias dos Imigrantes S. A., ao pagamento de horas extraordinárias a um empregado que reclamou ter trabalhado além do horário.
Em execução definitiva, não há abuso em penhora sobre dinheiro
Nem abuso nem ilegalidade marcam a decisão da 4ª Vara do Trabalho de Curitiba (PR) que determinou o bloqueio de crédito em conta bancária de sócia de empresa para pagamento de uma dívida trabalhista. Com esse entendimento, a Seção II Especializada em Dissídios Individuais (SDI-2) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou apelo da executada, ressaltando que se trata de uma execução definitiva, situação em que cabe a penhora sobre dinheiro.
Tratado Internacional garante liberdade a depositário no TST
A Seção II Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho concedeu “habeas corpus” em favor de uma depositária de bens penhorados para pagamento de dívidas trabalhistas. Essa decisão tem por objetivo impedir que a parte seja considerada depositária infiel e tenha a prisão civil decretada. A SDI-2 acompanhou, à unanimidade, voto de relatoria da juíza convocada Maria Doralice Novaes.
Vigia ganha como extras as horas noturnas pagas sem a redução prevista na CLT
Por considerar a redução da hora noturna uma norma de proteção à saúde do trabalhador, a Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho deferiu a um vigia horas extras relativas à diferença entre a hora normal, de 60 minutos, e a hora reduzida, de 52 minutos e 30 segundos, prevista na CLT.
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