Uma empregada doméstica da cidade de São Paulo (SP) deverá receber indenização do ex-patrão por ter sido despedida durante o período de estabilidade constitucionalmente assegurado à gestante. Para a Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho, além da violação constitucional, a decisão regional contrariou o contido no item I da Súmula 244 do TST.
G&L CONSULTORIA Gestão de Pessoas
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Turma mantém decisão que negou dano moral a vigilante que discutiu em serviço
A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento, por unanimidade, a recurso de um ex-vigilante da Sebival Segurança Bancária Industrial e de Valores Ltda. pelo qual buscava o pagamento de indenização por dano moral. O vigilante, após sua demissão, ingressou com reclamação trabalhista pedindo a indenização sob a alegação de que, depois de ser xingado por um superior hierárquico, este teria lhe dito que, "embora ele fosse grande, fora da empresa havia uma arma para se defender".
Seg.do Trabalho - Alterada NR 34, da área Naval.
Fonte: MTE
Número de acidentes de trabalho sobe em Sorocaba
Sistema de Informação de Agravos de Notificação registra 57 ocorrências em 2011, quase o dobro de 2007. Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde, 221 trabalhadores da região de Sorocaba sofreram acidentes no local de trabalho nos últimos cinco anos. No ano passado, 57 pessoas foram vítimas, número 90% superior ao ano de 2006. Uma pessoa morre diariamente vítima de acidentes de trabalho no Estado, segundo a Divisão de Saúde do Trabalhador da Vigilância Sanitária Estadual, que reúne os dados com base nas notificações feitas ao Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). De 55 mil acidentes de trabalho notificados no Estado em 2011, 464 foram fatais. O médico trabalhista do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, Paulo Roberto Kauffman, alerta que os acidentes de trabalho são visíveis, mas as doenças nem tanto. Ele afirma que 17 mil doenças por ano são diagnosticadas no país, mas o número é muito maior. Para Kauffman, a impunidade ajuda a aumentar os índices de acidentes de trabalho em Sorocaba. “A impunidade é outro fator de risco”, diz ele. “A empresa deve pagar pela falta de segurança nas instalações.” Acidentes fatais em metalúrgicas O médico do trabalho Paulo Roberto Kaufmann, do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, adverte: o maior fator de risco de acidentes de trabalho está na falta de regras para a manutenção de máquinas. “É necessário que as empresas façam treinamentos constantes, corretivos e preventivos”, diz. O especialista informa que, na região, os acidentes de trajeto (entre empresa e casa), o aumento da produtividade e de trabalhadores são os outros fatores que contribuíram para o aumento no número de acidentes. “Há mais pressão por produtividade e uso de máquinas que estavam paradas. Retirou-se a proteção para aumentar a escala”, afirma Kaufmann. Segundo o médico, mais pessoas sem experiência ocuparam postos de trabalho arriscados entre 2007 e 2011. Estudos indicam que, em Sorocaba, são predominantes amputações de dedos e partes das mãos por prensas de estamparia e indústrias químicas e de plásticos. Cilindros de padarias e de fábricas de borracha também provocam grande parte das ocorrências. As quedas são frequentes. Tropeços e escorregões também têm afastado os funcionários de suas funções.
Fonte: Rede Bom Dia
Acidente - Operário tem várias fraturas após cair do 3º andar em obra da Asa Sul
Vítima foi levada estável para o Hospital de Base, dizem bombeiros. Um homem de 26 anos que trabalhava em uma obra que está em fase de acabamento na 913 Sul, no DF, caiu do terceiro andar do prédio na manhã deste sábado (12), segundo reportagem do DFTV 1ª edição. O operário teve várias fraturas e foi levado ao Hospital de Base. Segundo os bombeiros, a vítima do acidente e os outros trabalahadores usavam os equipamentos de proteção individual. A perícia vai dizer o que aconteceu. “Ele caiu pelo fosso. Inclusive, no próprio fosse tem algumas marcas pelas paredes, mostrando que ele tentou se segurar. Se ele estivesse sem o capacete, provavelmente, teria sido pior. Ele não teria saído estável como saiu”, conta o bombeiro Josenaldo de Souza. Na noite desta sexta-feira (11), um homem morreu eletrocutado quando instalava energia elétrica em uma casa em Sobradinho dos Melos, no Paranoá. Ele levou um choque e não resistiu. Segundo a polícia, a vítima do acidente não usava equipamentos de segurança nem tinha qualificação para fazer o serviço.
Fonte: 180 Graus
Transporte - Trabalho de motorista é regulamentado
Fonte: Expresso MT
Seg. Trabalho - Alterada a NR-18
Fonte: MTE
terça-feira, 8 de maio de 2012
Trauma que fica para sempre
O gaúcho João Luiz Ribeiro de Menezes atuava havia dez anos como montador de armas em uma indústria do ramo, em Porto Alegre, quando, durante uma jornada rotineira de trabalho, sentiu um tiro atingir-lhe o braço esquerdo, em ponto próximo ao cotovelo. O disparo, acidental, partiu de uma pistola de grosso calibre transportada por um colega, que, por descuido, saiu da cabine de tiro – onde os artefatos são testados - com a arma ainda carregada. O setor onde João trabalhava ficava próximo às cabines, o que permitiu que a bala o alcançasse.
O montador passou por cirurgia, internação e sessões de fisioterapia. O ferimento reduziu em 40% a força de seu braço esquerdo e limitou certos movimentos da mão. O acidente também desencadeou problemas psicológicos, que o levaram à aposentadoria por invalidez aos 51 anos.
O caso de João reflete uma triste realidade: o alto número de acidentes de trabalho no Brasil. Em 2010, segundo levantamento do Ministério da Previdência Social, foram registradas 701.496 ocorrências, que resultaram em 2.712 mortes – mais de sete por dia.
O montador passou por cirurgia, internação e sessões de fisioterapia. O ferimento reduziu em 40% a força de seu braço esquerdo e limitou certos movimentos da mão. O acidente também desencadeou problemas psicológicos, que o levaram à aposentadoria por invalidez aos 51 anos.
O caso de João reflete uma triste realidade: o alto número de acidentes de trabalho no Brasil. Em 2010, segundo levantamento do Ministério da Previdência Social, foram registradas 701.496 ocorrências, que resultaram em 2.712 mortes – mais de sete por dia.
SST - Melhorias de condições de trabalho são debatidas em seminário
Saúde Ocupacional - Até 25 mil casos de câncer têm ligação com o trabalho
Dos 500 mil casos de câncer registrados todos os anos, pelo menos entre 20 mil e 25 mil estão relacionados à ocupação do paciente. Um levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca) lista 19 tipos de tumores malignos - entre os de pulmão, pele, fígado, laringe e leucemias - que podem ser provocados pela exposição a produtos químicos e falta de equipamentos de segurança adequados. Os dados fazem parte do estudo "Diretrizes para vigilância do câncer relacionado ao trabalho", divulgado na segunda-feira, véspera do Dia Internacional do Trabalhador.
Ad.Insalubridade - Cobradora que limpa onibus percebe adicional
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Turma mantém licitude de terceirização de podador de árvore de companhia elétrica
A Companhia Nacional de Eletricidade do Rio Grande do Norte (CONSERN) não terá que reconhecer vínculo empregatício com um podador de árvores terceirizado. O trabalhador dizia exercer atividade-fim na empresa, mas a Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho entendeu que a terceirização era lícita e manteve decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN) que havia negado provimento a recurso do trabalhador.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Contratado como empregado doméstico, segurança particular não recebe horas extras
Por falta de amparo legal, um trabalhador contratado por um empresário como empregado doméstico para prestar serviços a ele e à família não receberá 225 horas extras mensais que alegou fazer durante o período em que trabalhou como segurança particular. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento a agravo de instrumento interposto pelo trabalhador.
Ao ajuizar a reclamação trabalhista, o segurança pleiteou o reconhecimento de vínculo empregatício, pelo período de dois anos, com a empresa da qual o empresário era sócio. O juiz da 42ª Vara do Trabalho de São Paulo, porém, não encontrou elementos para deferir o pedido, pois o trabalhador recebia o salário diretamente do empresário e só exercia sua atividade para os membros da sua família. A sentença reconheceu sua condição de empregado doméstico e deferiu-lhe oito horas diárias com reflexos nas férias, acrescidas de um terço, nos décimos terceiros salários e no aviso prévio.
Meio Ambiente - Chevron descobre vazamento da Petrobrás no mar
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